A biotecnologia é definida como a utilização de organismos vivos (sejam plantas, algas, fungos ou microrganismos) para obter ou melhorar produtos de forma sustentável e respeitosa com o meio ambiente e a biodiversidade.

Na cosmética, a biotecnologia permite-nos obter matérias-primas de uma forma nova, mais eficiente e completamente natural, conseguindo ingredientes mais eficazes, mais compatíveis com todos os tipos de pele e eco-sustentáveis.

A solução está na natureza

A biotecnologia observa a natureza e estuda as soluções
que ela adotou após milhares de anos de evolução.

A biotecnologia utiliza organismos vivos, como algas, microrganismos marinhos, bactérias, plantas e fungos, que se adaptaram a ambientes extremos para sobreviver: radiação, temperaturas muito elevadas, oxidação, salinidade, falta de oxigénio ou de nutrientes.

E, para sobreviver, sintetizaram diferentes ingredientes para se protegerem e regenerarem.

Graças à biotecnologia, extraímos esses ingredientes e aplicamo-los aos nossos cosméticos para aumentar a sua eficácia.

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A biotecnologia já faz parte do nosso dia a dia

Embora esta definição possa parecer complexa, a verdade é que a biotecnologia está muito integrada nas nossas vidas e tem sido utilizada de forma rudimentar desde o início da humanidade.

As civilizações antigas utilizavam diferentes técnicas biotecnológicas para melhorar as suas necessidades e evoluir. Naquela época, as suas descobertas e desenvolvimentos baseavam-se na observação da natureza e, pouco a pouco, foi-se compreendendo a base científica por trás disso.

  • O queijo pode ser considerado o primeiro produto biotecnológico, pois era obtido através da adição de coalho (uma enzima) ao leite.
  • Os egípcios usavam leveduras para assar pão, assim como os mestres cervejeiros da Babilónia as usavam para fabricar cerveja.
  • No vinho, aproveita-se o processo de fermentação de determinadas bactérias para a sua elaboração e os astecas usavam a alga Spirulina para fazer bolos.

A biotecnologia está muito integrada nas nossas vidas desde que o agrónomo Karl Ereky estabeleceu a sua definição em 1919. Na verdade, podemos dizer que estamos perante uma nova revolução industrial, que é a «revolução bioindustrial».

Classificamos até a biotecnologia por cores, de acordo com a origem dos ingredientes.

De onde vêm os ingredientes biotecnológicos dos nossos cosméticos?
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De onde vêm os ingredientes biotecnológicos dos nossos cosméticos?
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Na SEGLE, classificamos a biotecnologia por cores, de acordo com a origem dos ingredientes.


Na SEGLE, falamos de biotecnologia verde, azul e branca: utilizamos recursos marinhos como microalgas, determinadas plantas, fungos e microrganismos para obter novos ingredientes mais eficazes de uma forma mais sustentável.
E na embalagem de cada produto pode ver um ícone que indica a origem dos seus ingredientes.

Biotecnologia azul

Biotenologia verde

Biotenología blanca